De um lado, ela traz a organização mínima que permite dar conta das exigências básicas de cada dia. De outro, pode proporcionar uma confortável – e falsa – sensação de segurança, de que tudo corre como o esperado.
Num cenário complexo, em que organizações e pessoas têm de se reinventar diariamente, é sempre bom lembrar que a atuação profissional e, com ela, a carreira são responsabilidades individuais. Cabe a cada um traçar a sua trajetória e ir atrás do que precisa para chegar aonde deseja.
Primeiro é preciso identificar as próprias competências, os pontos fortes que permitem realizar um bom trabalho. E, também, ter consciência das dificuldades, das áreas em que é preciso melhorar. O passo seguinte é investir – em outras palavras, estudar, se atualizar, procurar cursos ou certificações de qualidade, enfim, manter-se competitivo no mercado, não apenas na companhia em que trabalha.
Outra providência essencial é manter um bom networking, uma rede de contatos que acompanhe sua evolução, que saiba de sua trajetória, de seus projetos. E, como nada cai do céu, é preciso cuidar de uma reserva financeira, uma retaguarda mínima que dê suporte em eventuais períodos de transição.
Tudo isso porque, por mais que se planeje a carreira, muita coisa foge das decisões e iniciativas pessoais. Uma reestruturação da empresa, um novo gestor, um outro modelo de trabalho podem configurar uma oportunidade ou o fim de um ciclo naquela organização.
Às vezes, a própria vida se encarrega das mudanças sem consultas prévias. Assim, o melhor é estar sempre alerta e saber que, dentro ou fora de uma empresa, a carreira depende de iniciativas pessoais, do olhar atento para aproveitar as oportunidades que surgem no caminho.
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